cover
Tocando Agora:

Relator da PEC da Segurança espera diálogo com novo ministro da Justiça

O relator da PEC da Segurança na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE) demonstrou expectativas a respeito do novo ministro da Justiça, Wellington Cé...

Relator da PEC da Segurança espera diálogo com novo ministro da Justiça
Relator da PEC da Segurança espera diálogo com novo ministro da Justiça (Foto: Reprodução)

O relator da PEC da Segurança na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE) demonstrou expectativas a respeito do novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. Mendonça Filho afirmou esperar que o ministro chegue ao cargo “com disposição ao diálogo” para avançar em políticas públicas de enfrentamento à violência que, segundo ele “é o problema número um da população brasileira.” Novo ministro A escolha de Wellington César para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública após o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski foi confirmada na última terça-feira (13) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em conversa com a CNN, Lula disse que as pautas que devem ser prioridades no Congresso são a PEC da Segurança e o PL Antifacção. A orientação se baseia no impacto da pauta da violência nas eleições de outubro deste ano. Após desgastes motivados por votações como o PL Antifacção e a PEC da Blindagem, a missão central de Wellington é recompor a relação da pasta com o Legislativo. A PEC da Segurança Pública será pautada ainda neste semestre, segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).  À CNN, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputado Paulo Azi (União-BA), também comentou a indicação do novo ministro. “Se ele vier unicamente monitorado por aquilo que pensa o governo, as chances de ele avançar nessa pauta vão ser muito pequenas, porque o Congresso tem uma posição muito clara em relação às alterações que precisam ser feitas na segurança pública do país, tanto naquele projeto Antifacção, quanto na PEC. Então, a capacidade de articulação dele tem que funcionar muito mais dentro do governo do que dentro do Congresso”, comentou.